SINOPSE: Willow passou a vida acreditando que possuía liberdade, mas descobriu que, na realidade, era apenas uma marionete manobrada por mãos ocultas. Marcada pelo destino muito antes de nascer, sua existência entrelaçou-se a um plano arcano — tornar-se uma peça-chave nas mãos daqueles que despertam antigos terrores e ameaçam aniquilar o mundo conhecido.
Depois de ser traída pelo homem em quem depositava seu amor, Willow percebe que foi um instrumento para a ruína do Coven, a erradicação dos seus membros e a liberação involuntária de demônios infernais.
Apesar da intensa dor da traição que a consome, o vínculo com Grayson é inquebrável, um paradoxo entre paixão e perdição que desafia qualquer esforço de escape. Mas as bruxas sobreviventes clamam por justiça, e Willow tornou-se o foco de seus desejos vingativos, colocando todos ao seu redor em iminente perigo.
Despojada do legado do Coven, Willow deve encarar uma jornada solitária na tentativa de consertar os fragmentos do passado, sendo Grayson, tanto o seu maior problema quanto sua única chave para a salvação.
Armada com uma força misteriosa, a magia de Willow desponta como uma nova esperança num ambiente sombrio, capaz de confrontar não apenas os sentidos de seu amado, mas também abrir uma frente de combate contra as entidades malévolas, dando início a uma batalha pela redenção cujo preço só ela está disposta a pagar.
Eu tenho tanto para falar desse livro. Se no primeiro eu já tinha gostado da história por envolver demônios, bruxas e hospedeiros que mais pareciam vampiros, nesse eu gamei de vez.
Em Marcada temos mais um pouco da relação caótica do Gray com a Willow, que simplesmente perdeu parte do propósito de vida depois do que ocorreu no final do primeiro livro.
A personagem, apesar de forte, está extremamente manipulada e quebrada por dentro e vai ruindo cada vez mais em cada capítulo quando são mencionados os seus sentimentos.
Gray, ao melhor Lúcifer, foi maravilhoso e irritante. Eu consegui ficar irritada com ele em alguns momentos. Poucos, admito.
Mas eu gostei bastante da construção de ambos como um casal até se acertarem, já que no começo eles só sabiam se comer.
Gostei da ideia de que Lúcifer ainda não pagou o preço para estar na Terra com Willow e simplesmente amei que a autora desenvolveu um pouco mais sobre os problemas do coven.
Meu único ponto negativo com o livro não é nem a questão de ter mais ação próxima dos capítulos finais, e sim que valia a pena um pouco mais da conversa da Willow com o Lúcifer na parte em que ele se abre para ela, uma conversa mais intensa entre eles e não que ele tentasse acalmá-la com sexo, mesmo que tenha ficado claro ao longo da leitura que a Willow funciona assim, ela prefere transar do que conversar ou se ater aos seus problemas com o Gray.
Tirando isso, não tenho do que reclamar do livro e, para quem for ler a resenha:
Não, a personagem não tem 16 anos; ela é maior de idade, o que é mencionado tanto no primeiro quanto neste, na parte da Margot. Ela tem 21 anos.
E marcada é apenas o segundo livro de uma séries de seis, ou seja tem muito mais pelo caminho e o que se esperar dessa nova trajetória da Willow.
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